quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Restaurar a turfeira para garantir o nosso futuro

A SPEA assinalou, no dia 2 de fevereiro, o Dia Mundial das Zonas Húmidas, relembrando a importância destes ecossistemas vitais para o clima, a água e a biodiversidade. As zonas húmidas são aliadas silenciosas do território, pois acumulam água, armazenam carbono e reduzem riscos, mas estão entre os ecossistemas mais ameaçados pelas pressões humanas, razão pela qual a SPEA, há mais de 20 anos, desenvolve trabalho de restauro ecológico em diferentes habitats, incluindo zonas húmidas, com especial destaque para a recuperação de linhas de água e turfeiras no Planalto dos Graminhais em São Miguel, Açores.

Foto: Tarso Costa

As zonas húmidas desempenham um papel crucial em serviços de ecossistema essenciais contribuindo para mitigar as alterações climáticas; ajudando a manter a disponibilidade hídrica ao longo do ano; redução do risco de cheias, e funcionando como refúgio de biodiversidade, suportando espécies e comunidades altamente especializadas. Apesar do seu enorme valor ecológico e social, estes ecossistemas são particularmente vulneráveis a drenagens, alterações do uso do solo e introdução de espécies exóticas, ameaças que degradam rapidamente a sua capacidade de funcionar como “esponjas naturais” de proteção do território.

O trabalho da SPEA no restauro da turfeira do Planalto dos Graminhais, em São Miguel, começou em 2009 com o LIFE Laurissilva (2009–2013), foi reforçado a partir de 2021 com o LIFE IP Azores Natura e, atualmente, decorre no âmbito do SpongeBoost, um projeto europeu de investigação e inovação colaborativa que inclui os Graminhais como um dos sete estudos de caso na Europa, visando avaliar os efeitos do restauro já realizado e testar soluções baseadas na natureza com potencial de replicação noutras turfeiras europeias.

Foto: Filipe Figueiredo

“Mais de uma década após as primeiras intervenções, os resultados do restauro da turfeira dos Graminhais já são visíveis. Tanto através de imagens de satélite como na monitorização da comunidade vegetal, que evidenciam a regeneração das espécies nativas, incluindo o musgão (Sphagnum spp.). Estas são as verdadeiras esponjas naturais que nos protegem em silêncio” Segundo Tarso Costa, Técnico da SPEA.

Foto: Tarso Costa

A SPEA mantém na turfeira do Planalto dos Graminhais, há mais de quatro anos, um sistema de monitorização hidrológica com sensores que medem precipitação, água armazenada e o caudal da Ribeira da Achada, recolhendo dados para compreender como a turfeira responde aos eventos extremos de chuva e esta informação já deu origem a uma dissertação de mestrado (RWTH Aachen University), que através de modelação hidrológica demonstrou que o restauro permite reter mais água, libertá-la de forma mais gradual e reduzir o risco de cheias a jusante, reforçando a adaptação às alterações climáticas.

“Após anos a monitorizar o funcionamento das turfeiras, já temos dados científicos que reforçam a importância da turfeira na redução dos riscos de cheias e que nos dizem as turfeiras são verdadeiras “esponjas” da paisagem, e importantes reservatórios de carbono e água, essenciais para enfrentar um clima cada vez mais instável. “refere Tarso Costa.

Foto: Yasmin Redolosis

Neste Dia Mundial das Zonas Húmidas, a SPEA sublinha a importância de avaliar cientificamente os efeitos do restauro ecológico, reforçar a colaboração entre instituições nacionais e internacionais e investir em engenharia natural para recuperar áreas degradadas.

O restauro das zonas húmidas beneficia não apenas a biodiversidade, mas também as pessoas, ao contribuir para a segurança hídrica, a redução de riscos naturais e a mitigação das alterações climáticas. Proteger e recuperar estes ecossistemas é investir num futuro mais resiliente para todos.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

2025, foi um ano em cheio!

Em 2025, a SPEA Açores voltou a apostar no restauro de habitats e da vegetação natural dos Açores e na educação ambiental e sensibilização do público para a conservação da natureza e da avifauna do nosso arquipélago.

A ciência cidadã e o envolvimento de voluntários continuaram no centro da nossa missão: mobilizamos voluntários, escolas, empresas e comunidades locais para proteger o oceano, as florestas nativas e as aves que fazem dos Açores um lugar único.

Arregaçámos as mangas e fomos para as praias, molhámos os pés nas turfeiras e aventurámo-nos ainda mais para dentro da floresta Laurissilva. Continuámos a produzir plantas nativas, a criar e recuperar trilhos em áreas protegidas e a promover a observação e monitorização de aves, bem como o turismo sustentável nas Terras do Priolo.

Para perceber melhor o impacto deste trabalho, vale a pena olhar para os resultados de alguns dos projetos que a SPEA Açores implementa no arquipélago. Seguem-se alguns dos principais destaques de 2025:


quinta-feira, 27 de novembro de 2025

SPEA participa em iniciativas de educação ambiental na ilha do Pico

Na semana passada, dois técnicos da SPEA deslocaram-se à ilha do Pico para participar em duas atividades de grande relevância para a sensibilização ambiental nos Açores.

SPEA no “Mês da Ciência” da Escola da Madalena

Entre 20 e 22 de novembro de 2025, decorreu na EBS da Madalena do Pico mais uma edição da Feira de Ciência, integrada no Mês da Ciência da Direção Regional da Ciência, Inovação e Desenvolvimento. 



A SPEA marcou presença com uma atividade dedicada às turfeiras dos Açores e ao seu crucial “efeito-esponja”, especialmente relevante num contexto de alterações climáticas. Sendo que neste momentos estamos a monitorizar uma área de turfeira no Planalto dos Graminhais, no âmbito do projeto Horizon Europe da União Europeia, SpongeBoost.



No conjunto dos dois dias, o evento contou com 910 participantes, entre comunidade escolar e público geral.


Fotos: Yasmin Redolosis



Apresentação do livro infantil sobre o Priolo

Paralelamente, e integrado no Azores Birdwatching & Arts Festival, a SPEA participou na apresentação do livro infantil “O conto de Jaime”, dedicado ao Priolo, uma espécie emblemática cuja conservação tem sido o ponto central do trabalho desenvolvido pela SPEA nos Açores.


Esta iniciativa permitiu reforçar a importância da educação ambiental desde a infância, aproximando o público mais jovem da biodiversidade única dos Açores.

 



Fotos: Terry Costa


A SPEA agradece aos organizadores de ambos os eventos bem como a todas as pessoas que participaram nas atividades.


quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Aves costeiras à vista: novo período de contagens Arenaria nos Açores

 De 1 de dezembro a 31 de janeiro, arranca uma nova época do Projeto Arenaria, o censo nacional de aves costeiras invernantes, que conta com a participação de voluntários ao longo de toda a costa portuguesa – incluindo, claro, as ilhas dos Açores.

Trata-se de um projeto de ciência cidadã que, desde 2009/10, reúne investigadores e voluntários para monitorizar a distribuição e abundância das aves costeiras nas praias e costas de Portugal.

Foto : Calidris-alba_DanielPetterssonCCBYNC20

Ano após ano, as contagens permitem perceber como evoluem as populações de espécies que usam a nossa orla costeira no inverno e sensibilizar para a importância de conservar estes ecossistemas.

Entre as espécies mais frequentemente registadas estão o pilrito-das-praias, a rola-do-mar e o borrelho-de-coleira-interrompida, aves limícolas que percorrem milhares de quilómetros para passar o inverno nas nossas costas e que dependem das zonas entre marés para se alimentar.

Foto: Pilritos das Praias de ArthurTLaBarCCBYNC20
Foto: Rola do mar de Pedro Martins

Nos Açores, o objectivo é cobrir o máximo possível de troços costeiros, desde arribas rochosas a zonas arenosas e mistos, contribuindo para um quadro nacional e atlântico mais completo.

Assim podemos acompanhar tendências populacionais de aves costeiras e marinhas; identificar áreas mais sensíveis à perturbação, poluição e alterações do uso do litoral e apoiar medidas de conservação e ordenamento da orla costeira.

Foto: Pessoas na praia de Bruce Warrington @unsplash


Para esta contagem é recomendável ter alguma experiência na identificação de aves costeiras, mas quem está a começar pode participar em articulação com observadores mais experientes ou após formação – precisamente o objetivo do webinar que estamos a organizar nos Açores.


🎥 Webinar Projeto Arenaria: Censos de Aves Costeiras nos Açores

📅 28 de novembro de 2025

🕡 18h30 (Hora dos Açores)

📍 Online (Zoom)

💰 Participação gratuita

As inscrições no WEBINAR são feitas através do formulário online 



quinta-feira, 13 de novembro de 2025

Juntos resgatamos mais de 1000 cagarros!

A SPEA agradece aos mais de 150 voluntários e aos parceiros que nos acompanharam nas brigadas de resgate de cagarros dinamizadas no Corvo, Vila Franca do Campo, Nordeste e Povoação e que permitiram resgatar mais de 1000 cagarros e testar novamente, em Vila Franca do Campo, a realização de primeiros socorros para as aves que não tiveram sorte com a sua primeira aterragem. Infelizmente, também recolhemos algumas aves feridas e mortas, na sua maioria devido a colisão com estruturas por causa da poluição luminosa.

A SPEA associou-se, como em anos anteriores, à campanha SOS Cagarro, coordenada pela Direção Regional de Políticas Marítimas e operacionalizada no terreno pelos Parques Naturais de Ilha, associações civis e centenas de voluntários promovendo brigadas de resgate de cagarros juvenis acidentados na Ilha do Corvo e nos municípios de Vila Franca do Campo, Nordeste e Povoação, na ilha de São Miguel.

Entre 20 de outubro e 9 de novembro decorreram as brigadas de resgate de cagarros lideradas pela SPEA, sendo que em cada local, estas brigadas são adaptadas às necessidades das zonas onde são realizadas, ao número de aves que caem e às sinergias que podem ser estabelecidas com as entidades que atuam como ponto de recolha e como parceiros das brigadas SPEA.

No município Nordeste, são realizadas brigadas noturnas na Vila de Nordeste pelos técnicos da SPEA e voluntários e são realizadas as libertações de manhã das aves recolhidas, contando com o apoio incansável da PSP de Nordeste, que atua como ponto de recolha e no resgate de aves quando contactados por munícipes e sempre que possível. Este ano, a SPEA contou também com o apoio de vários munícipes que vieram entregar aves encontradas nos seus terrenos ou avisaram para as ir recolher. O Município do Nordeste e a EDA colaboraram também reduzindo as luzes na Vila de Nordeste de modo a minimizar as quedas. 


Na Povoação e Faial da Terra, contamos com hotéis de cagarros, construídos pelo município, que permitem que os munícipes tenham caixas disponíveis e entreguem aves resgatadas 24 horas por dia, contamos também com o apoio da PSP e dos Bombeiros Voluntários no resgate. Os técnicos da SPEA realizaram tanto brigadas à noite, como a libertação das aves com o apoio de voluntários que ano após ano se têm juntado às brigadas. O município da Povoação e a Junta de Freguesia do Faial da terra também colaboram com a redução de luzes, que é essencial para reduzir as quedas, e especialmente, a mortalidade de aves.




Vila Franca do Campo, apesar dos esforços tanto do município como da Lotaçor para reduzir as luzes na orla costeira, continua a ser um dos pontos onde mais aves são recolhidas todos os anos na ilha de São Miguel. 

A SPEA centra as brigadas na marina e porto, contando com perto de 100 voluntários que se associam à SPEA ajudando no resgate de aves, que este ano chegaram a ser 124 aves na noite de 29 de outubro. Para além dos voluntários, que vão desde estudantes universitários, população local e até turistas, a SPEA tem contado com o apoio dos pescadores e da Lotaçor que recolhem aves e colocam-nas nos hotéis colocados pelo município de Vila Franca do Campo no porto de pescas e na marina. 

A libertação das aves foi realizada, durante a semana pelo Parque Natural da Ilha e os técnicos da Direção Regional das Políticas Marítimas de São Miguel, e aos fins-de-semana e feriados pela SPEA. 



“Desde que iniciamos as brigadas de resgate em Vila Franca do Campo, temos verificado com satisfação que o interesse dos voluntários e da população local tem crescido, aumentando a sua participação ativa no resgate de aves” destaca Beatriz Martins, técnica de conservação marinha da SPEA e responsável pela liderança destas brigadas durante 20 noites seguidas. 


Este ano, e pelo segundo ano consecutivo, em Vila Franca do Campo a SPEA tem contado com o apoio voluntário de uma veterinária para testar a realização de um posto de triagem e primeiros socorros às aves que são recolhidas feridas ou contaminadas, precisando de tratamento antes de serem libertadas. Este ano, foi possível tratar cerca de 70 aves e depois libertá-las. 

“O posto de triagem e primeiros socorros serve para avaliar o estado das aves recolhidas e a sua condição para serem libertadas em segurança, podendo realizar algumas intervenções de primeiros socorros que por vezes são suficientes para dar uma maior probabilidade de sobrevivência à ave” indica Catarina Sousa, veterinária voluntária que participa nestas brigadas, que concluiu dizendo que “As aves com ferimentos mais graves são encaminhadas para o Parque Natural da Ilha de São Miguel”.


As brigadas de Vila Franca do Campo contaram ainda com a parceria do Clube Naval de Vila Franca do Campo, a Terra Azul e a Marina da Vila.

Na ilha do Corvo, onde a campanha foi iniciada pelo Professor Doutor Luís Monteiro e corvinos, a SPEA colabora com o Parque Natural de Ilha e criou Brigadas Voluntárias que contam com 18 capitães de brigada (residentes e não residentes voluntários com experiência no resgate e que receberam formação para liderar estas brigadas) e 15 voluntários a asseguraram os resgates todas as noites. 

O município do Corvo, aderiu novamente à realização de um apagão total entre 25 a 30 de outubro tendo reduzido muito significativamente as quedas de aves na ilha. Este ano, apenas 25% das quedas ocorreram durante o apagão, apesar de ter coincidido com o período em que em outros locais foram detetadas mais quedas.


“Resgatar juvenis de cagarro com responsabilidade é essencial para mitigar o impacto que as atividades humanas têm na população desta ave, mas é também muito importante agir na causa do problema e reduzir a iluminação sempre que possível”, disse a coordenadora da SPEA-Açores, Azucena de la Cruz, afirmou ainda que “Nas brigadas da SPEA, juntamos a experiência e conhecimento dos técnicos da SPEA, com o apoio altruísta de uma centena voluntários e entidades sem as quais não seria possível realizar esta tarefa. Só assim, podemos ajudar a que estas aves juvenis encontrem o seu caminho para o oceano e ultrapassem os obstáculos que a urbanização das zonas costeiras lhes colocam”.



NOTA: As brigadas de resgate de cagarros organizadas pela SPEA contaram com o apoio de: 

Câmara Municipal de Nordeste, 

Câmara Municipal da Povoação, 

Câmara Municipal de Vila Franca do Campo, 

Câmara Municipal do Corvo, 

Junta de freguesia do Faial da terra, 

Parque Natural de Ilha de São Miguel, 

Parque Natural de Ilha do Corvo, 

Clube Naval de Vila Franca do Campo, 

Lotaçor, 

Marina da Vila, 

Terra Azul, 

PSP do Nordeste, Povoação e Vila Franca do Campo, 

Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários da Povoação 

Clube Naval da Povoação.


terça-feira, 11 de novembro de 2025

🐦 Já temos vencedor da BirdRace Açores 2025

A BirdRace Açores voltou a mobilizar amantes das aves e da natureza em mais um fim-de-semana dedicado à observação e conservação. Esta foi a 12.ª edição, coordenada pela SPEA nos Açores — um evento que combina o entusiasmo pela observação de aves, o convívio entre participantes e o compromisso com a conservação da Natureza.

Sob o lema “Observar Aves, Proteger a Natureza”, a edição de 2025 voltou a reforçar o convite não só para somar espécies à lista, mas também para adotar boas práticas ambientais. Entre as principais ameaças às aves marinhas estão a poluição luminosa e o lixo marinho, problemas que todos podemos ajudar a mitigar com gestos simples no dia a dia.

📊 Resultados da BirdRace Açores 2025

Nesta edição, participaram 11 equipas e 19 observadores distribuídos por várias ilhas — Pico, Faial, Graciosa, Corvo, São Miguel e Terceira — que, em conjunto, registaram 64 espécies diferentes de aves durante o fim-de-semana.

Resultados da BirdRace Açores 2025

A ilha do Pico destacou-se com 39 espécies observadas, e a equipa vencedora foi a Equipa Picoteiro, que conseguiu identificar 38 espécies, garantindo o primeiro lugar desta edição. 🏆

"Mais do que uma competição, a BirdRace é um momento de partilha, descoberta e sensibilização. Cada edição demonstra o crescente interesse pela avifauna açoriana e o papel que todos podemos ter na sua conservação." segundo Ana Mendonça, Coordenadora da BirdRace

A SPEA Açores agradece a todas as equipas participantes e parceiros pelo entusiasmo e contributo para mais um fim-de-semana memorável. Esperamos que os kits BirdRace tenham ajudado no resgate de cagarros e que as observações inspirem novos olhares sobre a natureza que nos rodeia.

📅 Até à próxima edição!


quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Candidaturas Abertas: SpongeBooster do Ano 2026

Estão abertas as candidaturas para o SpongeBooster do Ano 2026, um prémio que distingue iniciativas dedicadas à restauração das paisagens esponja da Europa, desde turfeiras e zonas húmidas até rios e planícies de inundação.

Graminhais 
(Foto: Yasmin Redolosis)

O prémio SpongeBooster do Ano integra o projeto europeu SpongeBoost, financiado pela União Europeia, da qual a SPEA faz parte, e tem como objetivo reconhecer e promover projetos que combinem medidas eficazes de restauração com ações de sensibilização pública, educação ambiental e cooperação regional.

O projeto vencedor será visitado pela equipa do SpongeBoost e divulgado nos canais oficiais de comunicação do projeto, garantindo maior visibilidade e reconhecimento.

Critérios de elegibilidade:

- Podem candidatar-se organizações ou indivíduos;

- Os projetos devem ter sido implementados entre janeiro de 2020 e dezembro de 2025;

- São elegíveis projetos realizados em países da UE, Suíça, Reino Unido, Noruega e países dos Balcãs não pertencentes à UE;

- Os projetos devem envolver ações de restauração ou re-humidificação em ambientes naturais;

As candidaturas decorrem de 27 de outubro a 30 de novembro de 2025, exclusivamente através do formulário online.

Graminhais 
(Foto: Yasmin Redolosis)

Em 2025, o prémio foi atribuído à organização Planar e.V. (Alemanha) pela revitalização exemplar de um troço de 1,1 km do rio Diemel, demonstrando como a colaboração local e soluções baseadas na natureza podem gerar melhorias ecológicas e hidrológicas significativas, um excelente exemplo do espírito do prémio SpongeBooster do Ano.

Esperamos descobrir novas e inspiradoras iniciativas para o prêmio do próximo ano. 

Candidate o seu projeto! 

Mais informações e formulário de candidatura disponíveis em: https://www.spongeboost.eu/spongebooster-year